Grandesempresas

10 de Junho

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Português eu sou…

         Na minha terra não interessa a cor do povo, a sua língua, o seu ou seus deuses, é naquela onde eu me sinto bem, aí é o meu lugar.

         Sendo (desejo continuar a ser) um simples cidadão que teve a ousadia de (direi mais, a loucura) criar um blog, nunca pensei que os meus gatafunhos tivessem honras de destaque, mas têm e estão espalhados por vários locais, desde a Ordem dos Advogados até…, mas hoje vou aqui dar destaque a simplesmente a um, os outros terão o seu espaço próprio, então cá vai: No directório Sapo, o meu blog vem referenciado como sendo um blog de “Ciência –Economia e Gestão”, o mesmo é composto por 250 páginas, mas o blog Grandes Empresas encontra-se nas primeiras 20, o que só por si é motivo de contentamento.

         O meu pequeno livro tem a seguinte apresentação: “Blog de economia, política e sociedade de nações onde retrata de uma forma simplista os progressos da humanidade e recuos acentuados nas condições de vida nesta aldeia globalizante.”

         Como simples “ajuntador” de letras, sinto-me contente por conseguir escrever sobre casos reais sem ser hermético e a minha maior preocupação é ser claro, penso que o consegui.

          Serve este capítulo para lembrar que a pena é a mais mortífera das armas, ela perdura para lá das memórias dos tempos, tem a capacidade de perfurar as feridas e de as fazer sangrar sem parar, dar paz ou ódio, consegue unir nações ou destrui-las mas continua sempre com o mesmo encanto; essa beleza só a pena a pode dar e cabe ao Homem o poder de a usar.

         Quem melhor que ela para cantar o Amor…

         Neste dia da “raça”, eu que não sou “ariano” deixo aqui o meu contributo como simples cidadão desta terra onde a igualdade não existe e a caridade é um acto de pura vaidade, sim porque é bonito fazer caridade para que os outros vejam.

         Viva mais um feriado que tem como patrono o nosso amigo Luís Vaz de Camões, o mesmo que sendo “cá olho” teve o condão de nos deixar por herança os Lusíadas, sabem é o livro que os putos da minha geração estudaram e que os meninos de hoje desconhecem.

         Este é o meu perfil.

Silvério

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