Um porco a andar de bicicleta, políticos corruptos, empresas que ganham dinheiro com formações profissionais que nunca foram dadas mas que são consideradas exemplos a seguir, médicos que aconselham colegas a passar baixas sem que existam doenças mas a ordem dos mesmos entende que essas posições são correctas etc… etc… só me faltava ver um Primeiro Ministro com pompa e circunstância a anunciar a descida de um imposto que… (um rufo por favor) não existe.
Estas coisas só acontecem porque o Povo é sereno, mas não é parvo nem estúpido como os nossos governantes querem passar a mensagem, o mesmo acontece com os arredondamentos que os bancos inocentemente fizeram e logo para cima, agora se o Zé Povinho entender lutar pelos seus direitos, vai-lhe sair caro e quem lucra além dos bancos são os advogados.
Esta medida faz parte de um cabaz em que se podem incluir as avaliações que o Governo juntamente com certos sindicatos que agora fogem das mesmas entenderam fazer aos funcionários públicos.
O eterno problema é os sindicatos são o braço armados dos partidos e basta a qualquer governo fazer um acordo com o seu para estar tudo bem, os que não assinam segundo quem manda não estão interessados no futuro dos trabalhadores.
Quem avalia os trabalhadores do estado?
A ânsia do governo nas cotas, tipo leiteiras, chegou ao ridículo de dar directrizes a alguns serviços por si tutelados para que estes solicitassem aos seus funcionários uma espécie de currículo, mas aonde só estivesse incluído o ano 2006/2007.
Acontece que a maioria destes trabalhadores não teve qualquer tipo de formação profissional no ano em análise. Para apimentar esta comédia, o executivo entendeu que quem vai avaliar estes Homens e Mulheres são um grupo de senhores (sem capacidade) que não trabalham directamente com os interessados, mas que são especialistas nestas merdas.
Assim é fácil cumprir e fazer cumprir as cotas.
Era de bom tom que quem avaliasse os trabalhadores fossem as suas chefias directas, porque são esses quem sabe avaliar com rigor e não um grupo de incompetentes, já agora era aconselhável que o executivo desse formação profissional aos seus trabalhadores.
Nota: Informo que não aceito lições de Democracia de ninguém, seja do mais alto magistrado da Nação ou do arrumador de carros.
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Silvério