
A euforia dos assaltos
ou
o nascimento de novos doutores…
Presidentes, ministros, doutores, engenheiros, comentadores políticos, políticos, espécie de entendidos como eu, desgraçados e para não faltar á festa os Senhores ladrões.
Neste universo diversificado onde uns roubam e outros são roubados, existem ainda os que têm por missão e são pagos para tal, de nos proteger; refiro-me no caso em concreto á GNR porque a notícia que me chamou a atenção foi a de: “GNR roubava bancos”.
Será que deu para entender?
Em Portugal, quem tem a Obrigação de nos proteger (matar também) é quem nos rouba? Em quem é que podemos confiar?
Esta realidade é real, não é virtual, o mais caricato é que o povo pensa que é legitimo matar ladrões, mas será que é legitimo o Estado pagar (refiro-me as notícias saídas nos jornais) a certos agentes (os mesmos que vaidosamente nos fazem sentir pequenos) e que estes se entretenham nas horas vagas e não só como foi o caso de um que matou (acidente de carro) a fazer exactamente aquilo que eles não deixam fazer aos senhores que tem como profissão retirar dos locais objectos ás vezes esquecidos pelos seus donos; há quem lhe chame roubar…
Nota da redacção: Formam-se policias para proteger os cidadãos indefesos, mas vergonhosamente alguns servem-se desses conhecimentos para cometerem crimes, roubam, matam pessoas ou simplesmente não prestam assistência aos sinistrados que os mesmos fazem. O cidadão comum é punido se não prestar auxilio as vítimas de acidentes (se fugirem do local), mas os senhores agentes com formação cobardemente fogem.
Será que alguns destes senhores só servem para estarem escondidos atraz de algum sinal de “STOP” para apanhar os incautos?
Aconselho os responsáveis deste País a tomarem medidas responsáveis a começarem pela purga dentro da sua própria casa em vez de todos os dias nos “entrarem” pela casa adentro atravez das notícias dando ares de intelectuais moralistas, nós queremos confiar nas forças de segurança mas será que elas são de confiança?
Só mais um pedido: Por favor TRABALHEM!
Sem comentários
Silvério
