Negócios da Arábias
Com a crise instalada e com a “Manela”, a dar indicações para que a Democracia meta umas férias temporárias (tipo fundo de desemprego de longa duração), chegou agora ás televisões um anúncio onde o Pai Natal é retratado como sendo um super – homem ridículo.
O “forte” da casa que patrocina este comercial é o preço, logo o meu Amigo de infância, vai ter que “mudar de emprego”.
Eu deixo aqui uma sugestão: porque é que não lhe dão o emprego de transportador de artigos “novos com defeito”?
Recentemente um amigo meu teve a necessidade de comprar um esquentador e vai daí foi á Worten em Coimbra onde comprou um por 250€, o negócio foi um sucesso para a casa que o vendeu, mas para quem o comprou tornou-se numa enorme dor de cabeça.
O dito tinha um defeito de fabrico.
As pessoas de bem irão certamente dizer que basta ir ao local de compra e reclamar, puro engano.
O meu conhecido, voltou á loja com o artigo (teve que pagar a quem o instala-se e desinstala-se) para resolver o problema (estava ainda dentro do prazo legal para que a devolução fosse efectuada), mas aí começaram os problemas, na Worten Não aceitaram o artigo defeituoso, mas comprometeram-se a resolver o problema sem quaisquer encargos, (lembro mais uma vez que o esquentador é novo e foi comprado recentemente), mais uma vez o desgraçado do comprador trouxe o “bicho” com a esperança que o caso fosse resolvido.
Durante oito dias o meu amigo e a sua família sobreviveram tomando banho na casa deste vosso conhecido.
Finalmente chegou o dia, o técnico ou pseudo especialista chegou, mas e contrariando uma ordem da Worten, não arranjou o mono mas exigiu que lhe fosse paga a quantia de 15€ pela deslocação.
Vejamos: O esquentador é novo, está dentro do prazo de garantia, tem um defeito de fabrico o desgraçado do comprador fica privado de um artigo que PAGOU, para tomar banho vai a casa de um amigo, deslocasse á loja para resolver o problema e no fim leva com esta situação ridícula em cima.
Se o serviço fosse feito pelo Pai Natal, era mais barato e com um pouco de sorte talvez ele até fosse técnico destas máquinas.
Nota do redactor: A factura da quantia que foi exigida tem o Nº 441691 e foi passada pelo representante da “JUNKERS – Vulcano”.
Conclusão: Estas casas quando querem vender, é só facilidades, mas na altura de resolverem os problemas, eles que já têm o dinheiro em seu poder, lavam as mãos. Cuidado!
Este é o País do Natal.
Silvério