Justiça
Primeiro foram as vacas açorianas, jovens, lindas e majestosas.
Elas saíram do seu habitat natural para dar ares da sua graça no continente, foram o centro de atenção nos telejornais, dos jornais, até eu fiquei de boca aberta com tão belas vacas açorianas, também a Fátima Lopes no seu programa sentiu pena das vaquinhas e da possível possibilidade das mesmas estarem com stress, eu como sou do povo logo não tenho direito a tais honrarias, pensei: Será que as vacas agora devido á sua exposição pública vão deixar de dar leite normalmente e (vão aproveitar a crise para fazer uma empresa) será que o mesmo já sai empacotado, dentro de pacotes recicláveis, natas e queijos que não tem que descer a montanha a correr para ver quem é o primeiro, sempre a competição, será???
Só que a inveja chegou pelas mãos dos invejosos: FREEPORT.
Gentinha simples, de baixa condição social, que tem o azar de viver numa terra de queixinhas e em nome do povo (esse ingrato) decidiu fazer umas simples modificações no mapa (o presidente da junta de Quiaios apoiado pelo ministério do ambiente também seguiu este principio e agora é ver a merda, que fizeram, bom mas eles podem), agora é o vale tudo e sem escrúpulos (lamentavelmente só nestas alturas é que os senhores se metem em bicos dos pés e no alto dos seus canudos apregoam que é uma vergonha a Justiça ser tão lenta ou que todos são inocentes até que sejam condenados) tentam destruir o Primeiro Ministro deste País, não é necessário descerem tão baixo, com o tio que ele tem e com as declarações que ele faz, até o mais inocente dos Homens era condenado.
A classe politica e o Senhor Primeiro Ministro só erram ao exigirem á Justiça o mesmo que não exigem para o POVO: Rapidez.
“A Justiça Nunca deve de ser feita por encomenda como sugerem certos entendidos;
Ela tem é que se JUSTA para TODOS sem excepção.”
Silvério