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E eles Sorriam…

         O seu riso ao demarcarem o “seu terreno” ofuscava o próprio Sol, mais pareciam rouxinóis e a Primavera ainda não tinha chegado, era a felicidade que pairava no ar, eles tinham levado a melhor…

         Tanta felicidade vinda dos mesmos que destruíram uma Mãe de Água, com o apoio da Junta da Freguesia e do seu Presidente, só podia ser uma a razão: O Ministério do Ambiente tinha aprovado esta acção…

Será?

         Bom em parte foi, o processo que se devia de encontrar disponível em Coimbra … Desapareceu, como? Sei lá!

         Alguém lhe deu o sumisso; arrumou; destruiu ou simplesmente apagou este bichinho.

         O mail enviado para Coimbra para o “Ambiente” a pedido desta entidade confirma que aqui á marosca, será trafico de influencias ou uma “corrupçãozita valeira?”

“”Exmº Senhor:

Dando seguimento ao pedido feito por V.Exª, informo que todo o processo se encontra junto ao Ministério do Ambiente – Ministro do Ambiente – e em Coimbra, estando este a cargo do Senhor Eng. Belchior, visto ter sido ele que esteve no terreno, tendo tomado a si a responsabilidade segundo ele de resolver esta questão que teve inicio em 3 de Dezembro de 2007 pelas 15:15 horas com a destruição de uma Mãe de Água pela Junta da Freguesia de Quiaios.

O Processo tem o Nº 03.9/182 Reg. 7163; o mesmo foi enviado pelo Gabinete do Senhor Secretário de Estado do Ambiente para a Ex.ª Senhora Chefe de Gabinete do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional em 11/12/2007-

Visto a incompetência dos serviços Regionais em resolver uma questão simples: Assumir por escrito qual era agora a posição da Mãe de Água, visto que o meu terreno confronta a Nascente com Mãe de Água, a mesma que actualmente foi novamente destruída em 23 de Fevereiro de 2009.

Acontece que em 13/02/2008 e após insistência minha, este assunto ficou da responsabilidade do Instituto da Água e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, com o Nº SEA – Of. N.:630

Actualmente o mesmo tem o Nº SEA – Of.:602 de 17/02/2009.

Informo que tenho em meu poder toda a documentação referente a este caso, mas por ser extenso, não o vou enviar, no entanto o mesmo encontra-se bem referenciado junto ao Ministério do Ambiente.

Informo que a vala em questão Nunca pode ser desviada para outra secundária por Não haver condições no terreno, devido ao deficiente escoamento das águas em condições normais de precipitação; ao ser mudado o caudal desta vala as águas irão por em riscos as casa de Habitação. Actualmente não existe Mãe de Água, porque como é do conhecimento do Ministério do Ambiente, foi novamente destruída.

O mês de Abril está a chegar e com ele as chuvas, pergunto: A água vai seguir o seu curso por onde? Se houver estragos quem é que os paga?

Atenciosamente”

         Nota : Este é o segundo pedido enviado, mas como ou outros não tiveram direito a resposta, talvez sirva brevemente para…

“Exmº Senhor Ministro do Ambiente, face ao impasse criado pelos serviços de Ex.ª em relação á destruição de uma Mãe de Água, feita pela Junta da Freguesia de Quiaios e ao “desaparecimento” do processo em questão; processo esse que já me foi solicitado; o mesmo já foi por mim devidamente reenviado.

Por incrível que pareça está tudo pior que antes, será que os serviços querem resolver esta questão?

Este caso exige urgência, é tempo de trabalhar, se Ex.ª não tiver colaboradores com competência para resolver esta questão, eu aceito esta árdua tarefa aceitando como pagamento o salário mínimo nacional, certamente irei fazer um bom trabalho.

Agradecia que este assunto não fosse esquecido.

Atenciosamente

Eduardo Bento Silvério”

Nota : No dia 24 de Março, editei um novo capitulo com o título: Extra, mas por problemas de Democracia o mesmo não aparece nas “novidades de Eduardo”, nada de grave é só um a troca de correspondência entre cá o menino e o “nosso” Primeiro Ministro.

Ainda dizem que não existe liberdade de expressão…

Sem comentários

Silvério

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