Carta Aberta
Exmº Senhor Procurador Geral da República, serve esta minha “carta aberta”, para que V.Exª tome medidas com firmeza para que o que recentemente aconteceu, não volte a suceder; para a história fica o dia 02/07/2009.
Não é admissível que num estado de direito (ainda estamos na Europa), os empregados da Procuradoria, se recusem como qualquer cidadão a serem identificados talvez por terem as “costas largas”, quando isso lhes é solicitado, como aconteceu recentemente.
O Povo quer acreditar nas instituições, mas será que elas são de confiança?
Diz-se que o seguro morreu de velho, foi a fazer fé nessa máxima que eu recentemente, ao ter que enviar documentos confidenciais para o Exmº Senhor Procurador Geral da República, o fiz em carta registada com aviso de recepção.
Pensava eu na minha ingenuidade que os mesmos eram entregues, paguei para ser bem servido, mas para espanto deste Cidadão, fiquei a saber que na Procuradoria impera a “lei de galo”; isto é: Os colaboradores desta instituição recebem as correspondências mas recusam-se a ser identificados, o que em bom português quer dizer que muitas das missivas podem nunca chegar ao seu destinatário.
Exmº Senhor Procurador, para que não hajam mal entendidos como é habito neste País, a funcionária que recusou a sua identificação foi a senhora Célia Amarante e o registo da carta em questão tem o nº RC082936192PT.
Será que a minha correspondência foi entregue ou foi extraviada?
Será o nome da senhora que assinou o registo verdadeiro ou falso?
Ninguém está acima da Lei, nem os funcionários de V.Exª.
Atenciosamente
Eduardo Bento Silvério
Nota do redactor: Antes da publicação desta “Carta Aberta”, a mesma foi enviada para as entidades referenciadas na mesma, porque não admito que neste rectângulo, existam “castas” que abusem da bondade dos que mais precisam.
Silvério
