O candidato
(Parte I)
Diz-se que uma pena é mais mortal que a pior das armas mais mortíferas. Esta realidade foi mais uma vez por mim confirmada.
Em resposta ao meu capítulo anterior, recebi da parte da Segurança Social um esclarecimento, que mais parece uma repreensão; segundo esta entidade expor casos ao Senhor Primeiro-ministro tão melindrosos, não é uma boa prática e como tal é de reprovar, além de que os médicos são independentes; isso diz a Segurança Social.
Sendo EU uma pessoa de princípios, devo de esclarecer que reafirmo as minhas posições tomadas que pecam por ser demasiado benévolas.
A realidade é que alguns médicos se comportam como se de deuses se tratassem, impondo as suas posições, prejudicando intencionalmente os doentes.
Já expus esta minha posição à Ordem dos Médicos que por vergonha a ignorou; não adianta agora afirmarem que são os maiores porque a “ordem superior” foi dada e essa “ordem” é para penalizar quem mais precisa.
Quem a pariu? Eles que pensam que são seres superiores, resmungam, mas não dizem nada, entretanto vão perseguindo quem precisa…
Nota: Ainda não sei se me aceitam como perito médico nas juntas, mas brevemente vou aqui demonstrar com documentos a in (competência) de alguns deste seres. Curiosamente nestas juntas existem cegos que são dados aptos para o trabalho e acamados que passam martírios para que as suas doenças sejam confirmadas por estes peritos e não interessa que relatórios levam…
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Silvério